bem-vindos ao d"a"da"f"ex"

boa viagem

1/16/2007

divulgação do derradeiro ataque às forças exteriores

acabou por ser verdade e com um pouco de imaginação, lá ajudei um pouco à divulgação do derradeiro ataque das forças exteriores, assim como quem não quer a coisa... para não chocar os leitores mais assíduos - todos os poucos - transcrevo aqui o texto do e-mail que enviei à minha mailing list (repararam que ando a tratar-me na primeira pessoa e não na terceira? é só para não dizerem que eu sou um futebolista qualquer) :

xassbit comunica:

civilização humana,
para aqueles que se teimam
em manter-se alheados da actualidade nacional e das revoluções e propostas de
revolução em curso, ou simplesmente para aqueles que não acompanham assim tão
assiduamente as mudanças na blogosfera, ou que não conhecem a blogosfera
nacional de todo, deixo-vos aqui a novidade em termos de alucinação por parte de
um ser: o blogue
http://xassbitcomunica.blogspot.com . não tão humorista como o
blogue dos maiores humoristas, nem tão filosófico como o blogue dos maiores
filósofos, verdade é que não tenta ser nem uma coisa nem outra, mas
simplesmente tenta dar a conhecer algumas das comunicações de um ser exterior à
terra ao seu planeta mãe, não mencionando pelas razões óbvias.
se pensa que
essas razões não são assim tão obvias, se tem curiosidade acerca de blogues que
falem sobre filosofia e humorismo, se gosta ufologia, se já clicou no link, se
acha piada ao nome do autor, se lhe apetece saber porque é que este mail é
escrito em caracteres minúsculos, as respostas estão, ou irão ser postadas ou
deduzidas pelo leitor perspicaz, num só e único blogue, o derradeiro ataque das
forças exteriores.

fim de
comunicação,
xassbit

post-scriptum - eu sei que este não é um
daqueles mails para enviar a toda a vossa mailinglist, mas se vos apetecer
muito, ninguém vos impedirá. o autor agradece"

1/14/2007

profissão: alegador

sim, é verdade, as montanha lunares não foram construídas por selenitas. e, para ajudar um pouco à revolução/re-organização social da civilização humana, vou falar sobre o que seria uma profissão bem pensada: um alegador. ora o que é um alegador? é alguém que alega. quantas vezes ouvimos nós, em programas de informação geral, que alguém é um alegado homicida, algo é uma alegada arma do crime? umas seis, ou nove. podemos aqui questionarmo-nos porque é que a palavra homicida aparece tão abruptamente no meio deste post de um blogue tão respeitável. mas o facto é que, em vez de ter aparecido nesse tal blogue tão respeitavel apareceu neste. mas no fundo, a pergunta central é esta que irá passar a ser escrita nas próximas, vá lá, seis palavras: mas afinal, quem é que os alegou? pois é, o alegador. e quem é esse alegador? não sabemos. e não sabemos porquê? porque no final da reportagens nunca aparece o nome dele. não era bonito, no final da reportagem , dizerem, por exemplo, reportagem por sicrano e beltrano, nas câmaras, fulano de tal e alegações pelo coisito. isso sim, seria uma reportagem! e, então, porque belzebus é que o nome do senhor não aparece na dita ficha técnica? porque ainda ninguém tem a profissão de alegador. ora aí está a verdade há muito evitada pelos órgãos de comunicação e restantes entidades responsabilizadas. realmente, ainda não existe em qualquer instituição de ensino superior, um curso de alegador. porque um alegador é alguém que tem futuro garantido. tem, sem dúvida, bastante saída comercial. em parte, porque é uma profissão muito bem paga (isto, se ganhar à comissão) e difícil de alcançar, e em parte porque não existe nenhum alegador no mundo e num raio de 10Km à volta deste. e não falo do resto do espaço exterior ao planeta terra, porque torna-se um pouco insustentável viver a mais que 10Km do dito. mas sei, de experiência própria, que nesse mesmo espaço, não existe ninguém com a profissão de alegador. porém iria ter alguma dificuldade em trabalhar nas sociedades em que a sua construção social não propicia alegações.

alegadamente escrito por,
xassbit

1/12/2007

séries

xassbit comunica:

hoje de manhã acordei e levantei-me, facto que é fácil, de constatar, pois são poucos os seres que escrevem blogues deitados, muito menos a dormir. depois fiz uma série de actividades em prol da pesquisa e análise de comportamentos humanos, a minha área de investigação e o facto que me levou a chegar a este fantástico planeta.
bem, e depois de todas as barbaridades que eu decidi despejar para o teclado do computador em jeito de introdução, vou falar um pouco sobre séries, não fosse esse o tema do post. uma série é uma colecção de elementos (figuras, objectos, personagens ou acções) ordenados com uma regra que nos permite determinar o elemento seguinte. isto para o caso de serem algum ser que se tenha abstraído tanto do mudo que até nem sequer consiga dar uma definição a um conceito tão simples e tão utilizado na civilização humana. mas é de reparar que este é um conceito que se originou devido à limitação do conhecimento humano, principalmente em relação às dimensões, pois os humanos apenas identificaram quatro e, muitas vezes apenas trabalham em "3D" ou menos.
sim, o conceito de série é dos mais utilizados na civilização humana, tanto até como o esterótipo e a hipocrisia, que irei relatar em posts seguintes. comecemos então por uma série básica:

"1,2,3,4,5,6,7,8,9,10"
neste tipo de séries dificilmente se irão repetir elementos (figuras) utilizados anteriormente, pelo menos se as continuarmos as séries nas quatro dimensões conhecidas pelos humanos. mas, como seria de esperar, este não é o único tipo de série utilizado na vida humana. utiliza-se mais as séries tipo-rotina, utilizadas, por exemplo, em música house, em que uma fórmula é repetida, do tipo: 1,2,3,4,5,1,2,3,4,5,1,2,3,4,5. note-se que não é necessário a fórmula vir pela ordem inicial: 1,2,3,4,5,4,3,2,1,2,3. e, penso que não é necessário falar muito acerca destas séries, penso que a partir daqui é mais uma questão de investigação pessoal. mas finalizo o post teclando que, uma vez que as séries controlam a nossa vida, então podemos às vezes traçar um paralelo entre as séries utilizadas para as nossas acções (mais rotineiras ou mais espontâneas e diferentes) e a nossa felicidade e maneira de estar no mundo...
e tal,
xassbit

12/28/2006

festividades

xassbit comunica

caso não tenham reparado passou-se uma coisa por nós: o natal. e pronto.


















não, a sério






















e pronto


















não estou a gozar, que mais há para ser dito?



























passem bem,
xassbit




















post-scriptum.: a sério, que mais há para ser dito? enviar propostas.

11/28/2006

só pela revolução

xassbit comunica:

pois é, já há um tempo que não se recebem comunicações por estes lados... acontece que tenho andado em trabalhos de emissão de coisas bastante complexas para o comité principal e tenho-me esquecido de comunicar. mas xassbit não se escondeu, xassbit continua activo.

10/31/2006

poder das palavras?... então e o poder dos números?!

xassbit comunica:

admitindo que um número é algo mais além que um simples número, que um 23 é algo mais além que a(s) palavras "vinte e três", podemos tentar avaliar o poder das palavras versus o poder dos números. e qual é realmente esse poder?
claro que os números não são nada em concreto, [para muita gente,] se não fossem as palavras. quero com isto dizer, se eu falar num "barril", a maioria das pessoas pertencentes a esta civilização estarão informadas sobre o que será tal objecto, e as mais ousadas até tentam (e conseguem, sem muito esforço), imaginar um. mas se eu falar em "mil cento e treze", poucas pessoas ficarão confundidas acerca do que é que eu estarei a falar, muitas necessitarão de uma unidade conhecida a seguir ao numeral que eu referir e outras nem sequer pensarão que um número é algo tão abstractamente concreto que nem elas próprias conseguem pensar nele. Outras mais pensarão que eu não me enquadro bem no ideal de Humano, e que deveria voltar para casa e esconder-me debaixo de um tapete.
fazendo a vontade ao primeiro grupo de pessoas, irei analisar neste parágrafo, o poder dos números com unidades à frente. e este é, sem dúvida, um poder absolutamente destrutivo, bastante mais destrutivo do que qualquer palavra (desculpem tantas referências a destruição, mas acontece que, no momento em que escrevo esta reflexão, oiço moonspell, uma banda que eu tenho em mais alta consideração e idolatração). primeiramente, a potente esmagadora maioria, ou mesmo todas as palavras podem ser acompanhadas por números. e se, num tribunal, uma pessoa que nós temos bastante confiança quanto ao modo de se apresentar, falar, enfim... , chamar à pessoa no outro extremo do processo em julgamento, ou até, à pessoa que esteja no outro extremo da sala, "inqualificável besta", além desta pessoa estar em negação, pois ser uma besta é, nitidamente, uma qualidade, o indivíduo que profere tais palavras também não poderá esperar que as ditas firam assim tão gravemente o coração de quem as ouviu. se adicionar-mos o numeral mais singular, a própria unidade, à expressão, as palavras daí resultantes também não irão afectar assim tanto o receptor da mensagem.

- "você é uma besta inqualificável."
- "e depois?"

sim, porque de poeta e de louco, de pai e de professor, de caixa de supermercado e de gerente de restaurante todos temos um pouco. e assim é com a besta inqualificável que temos dentro de nós, que poderá ser bastante grande na sua bestealidade, mas irá ter que ficar restrita à sua inqualificação... agora vejamos o poder dos números. sem dizer muito mais, irei adicionar ao pseudo-insulto um número demolidor, associado à palavra-chave desta conversa ( alterar a frase de modo a que ela faça sentido, como não deveria deixar de ser):

- "você tem 666 bestas inqualificáveis dentro de si."

...

[pausa para meditação/reflexão mais aprofundada]

...


viram? viram o poder, diria até que destruidor do ego do receptor da mensagem, que a adição de um número significativamente alto tem numa conversa. chegados a este ponto, alguns leitores pensarão que o facto de colocarmos um número positivo diferente da unidade não altera o teor da conversa e outros pensarão que, realmente, os números realmente poderão ter algum poder que irão experimentar da próxima vez que insultarem alguém. outros ainda estão à procura da minha morada, para me enviarem um tapete pelo correio.
Para o primeiro grupo de pessoas digo apenas que estamos a falar em termos teóricos, e se há teorias que parecem mais animadoras que a prática, a esta acontece exactamente o contrário. o mesmo acontece a algumas anedotas secas. para mais provas (reais) do poder dos números:

- quantos anos tens?
- oito
- que bonitinho, oito aninhos!

versus
-quantos anos tens?
-quinze
-ah... desculpa, temos pena
_________//__________
-quantos euros recebes ao mês?
-três mil
-que bonitinho, isso também eu queria receber!
versus
-quantos euros recebes ao mês?
-quinze
-ah... desculpa, temos pena

_________//__________
-sahib, quantas mulheres tens?
-trinta
-que bonitinho, eu também já tive trinta!

versus
-sahib, quantas mulheres tens?
-quinze
-ah... desculpa, temos pena
_________//__________
e quem fala de números, (vamos supor que) fala de aritmética também. e quem fala de aritmética, fala de matemática também. e quem fala de matemática, poderá também falar de geometria. e já que falamos em geometria, queria contestar um mal que se está a alastrar pelas cozinhas portugueses. senão vejamos, quem é que tem caldos de galinha (de uma marca conhecida) em casa? e quem é que já reparou que a embalagem diz tantos cubos de caldo de galinha, mas vamos a ver e afinal são paralelipípedo? mas o que vem a ser isto? ah pois é, bebé! teremos então, todos juntos, que lutar contra isto. corram o mais depressa possível assim que acabar de ler esta crónica, à embalagem dos supostos "cubos" mais próxima, seja na sua casa, no apartamento vizinho, no supermercado da esquina da sua rua, risque a palavra cubos e escreva, a vermelho, se possível, paralelipípedos, ou até, prismas rectangulares. e, se apanharem o adereço da direcção da marca, por favor, mandem-lhes uns quantos tapetes.
e depois disto...
paz,
xassbit

10/19/2006

o novo salvador da pátria

xassbit comunica:

depois de apresentar o amigo, dr. muito mau, xassbit apresenta malhão, o salvador da pátria! e quem é este salvador? bem, para quem não o conhece, costuma aparecer montado no seu corcel dourado, luta pela liberdade dos oprimidos e de vez em quando, pela liberdade das senhoras das cantinas. ah, e luta contra os gases nobres.

paz, e um abração ao malhão,
xass. b

10/09/2006

e como vocês lá lhes chamam... e vai um aniversário!!!

xassbit comunica:

olhem que é bem verdade. o air bus A380 é o avião com mais capacidade e capacidades do mundo. mas , em todo o caso, não é sobre isso que é o título do post. eu fiz, como vocês lhe chamam, um "aniversário" do dia em que aterrei na terra. e bem giro que é o planeta terra! cheio de água e tal. é fantástico como pode existir vida num sítio onde a água é formada por dois àtomos de hidrogénio e além disso, mais um de oxigénio... bem, é simplesmente piramidal... fantástico, fantástico é saber que me sinto confortável em todos estes anos com o trabalho que desenvolvi e com as pesquisas que fiz, no fundo, sobre tudo o que eu apurei sobre a vida dos seres que dominam a terra: os escaravelhos! não são nada, são mesmo os humanos. fazendo uma retrospectiva, acho que tudo o que se fez até agora valeu a pena...

continuem em frente,
xassbit

10/03/2006

[ponto da situação 04/10/2006]

xassbit comunica:

quase um ano! faz hoje um ano que fui destacado para pertencer à equipa de pesquisas terrestres. faz oito anos que me elegeram presidente. e faz quase anos do dia em que aterrei no planeta terra, acabando por conhecer os hábitos terrestres e fixar-me temporariamente neste planeta, até encontrar substituto... e estou a gostar do que vejo. quer dizer, o planeta tem muitas falhas, senão eu nem tinha vindo para aqui, mas em todo o caso em geral tá tudo bastante razoavelzinho. quanto ao contacto com o público, feito por este blogue, acho que o pessoal tem que aproveitar para comentar mais... contestem mais, critiquem mais, digam mais mal! porque não deve haver muitos textos que um humano leia e não tenhas opinião (estou a falar de textos gerais). portanto, de que é que estão à espera? os meus textos são baseados em pesquisas perto ou fora da base, mas não muito longe, devido aos gastos de energia. por isso, nunca se referem a tudo. por exemplo: quando eu falo de políticos, ou jardins de infância, ou comentadores desportivos, nunca falo em todos, falo só naqueles que eu observei e que nem chega a roçar a maioria deles...

mas o que é necessário é observar
por parte de todos
pensem,
xassbit

10/02/2006

jardins de infância democráticos

pois é, aqui vai a primeira comonicação pós-férias. hoje vou falar um pouco de algo que parto do príncipio que toda a civilização tenha pelo menos ouvido falar deste termo. jardins de infância. um local onde os parentes mais próximos, ditos encarregados de educação, deixam os respectivos educandos enquanto os primeiros estão ocupados. realmente uma solução esperta para quem não tem tempo para aturar os filhos, é de reparar que alguns humanos trabalham de dia e noite, portanto, é sempre bom ter onde deixar os filhos. mas é engraçado como algumas destas instituições são democráticas (dentro dos possíveis). quer dizer, num sítio onde as crianças estão divertidas a pintar, a desenhar, a fazer outros trabalhos manuais, a dar os primeiros passos nas disciplinas que elas vão necessitar na escola (supostamente matemática, língua materna, outras ciências) é natural que se revelem talentos. mas no entanto todos são tratados por todos da mesma forma. todos têm um mundo muito pequenininho, com colherzinhas, bebezinhos, comidinha, avozinhas, paizinhos e outros substantivos em grau diminutivo. um breve aparte, que depois admiram-se que à crianças que continuem a fazer tudo muma escala muito pequena, ou, por outro lado, se revolucionam e passam fazer tudo em grande escala. continuando, todos são tratados da mesma forma. mesmo que se revelem talentos precoces, estes são tratados, por vezes, e é bom de revelar que isto é apenas por vezes, da mesma forma que os outros. além disso, como criançar que são, perdem muitas vezes a sua identidade sexual, e passam a ser apenas chamadas de crianças. conversas entre educadores: " eu tenho lá dez crianças do meu lado"; "eu tenho sete crianças, dois rapazes e uma rapariga". e reparem bem: muitas pessoas foram já crianças, e como crianças que foram frequentaram jardins de infância. já reparam aqueles políticos que se brigam e principalmente remetem bastante ao passado poderão ter frequentado o mesmo jardim de infância. já viram se els remetem mesmo ao passado? estão é que iamos ouvir grandes debates...
- e lembra-se daquele comício que você e os seus capangas boicotaram?
- então aquela vez que você se sentou de propósito à minha frente no cinema, sabendo nomeadamente que é mais alto do que eu?
- ai é? e daquela vez que o senhor me insultou? não se lembra? mas a minha memória lembra-se! foi à trinta e nove anos! ou será que foi à vinte e sete?...
- ai é?
- é!
- ai é?
- é!
- ai é?
- é!
- hummm
- pois é!
- hummm
- aliás, foi!
- ai foi?
- foi!
- e daquela vez que me espalhou todas as peças do tabuleiro de xadrez com que eu tava a jogar no jardim de infância!

Senhoras e senhores, isto é um belo debate!

lex,pax,
xassbit

9/29/2006

eeeeeeeeeeeeeeeeeeee: xaaaaaaaaassssssssbiiiiiiiiit voltaaaa deeeeeeeeeee féééééérias!!!

xassbit comunica:

depois de uma paragem nas actividades de pesquisa, xass b. regressa ao planeta terra. desta vez, ainda com mais vontade de trabalhar, pois, após ter passado por outras realidades paralelas, fiquei um pouco cansado... bem, depois deste desabafo interplanetário, vou dizer que irei encerrar por um pouco as pesquisas ciêntíficas, pois assim ficou decidido pelo comité que eu deverei começar a pôr algumas mensagens... esntão, espram-se as crónicas.

paz,
xassbit

9/23/2006

aviso: férias!!!

xassbit comunica:

a todos os cinco que lêm este blogue, e àqueles três que, por coincidência, concordam com as ideias revilucionárias que o dono deste blogue apregoa, e a todo aquele que acredita realmente em seres extraplanetários, assim como aos restantes. xassbit prepara-se para ir de férias. portanto, é natural que nos próximos tempos este blogue não tenha uma actualização tão diária, ou tão de-dois-em-dois-dias. como já permaneço em investigações na terra à bastante tempo, foi-me concedido um tempinho para descanso, dentro do qual eu serei substituido por uma réplica minha, uma espécie de holograma. em todo o caso, devido ao crescente número de palavras por post, acho melhor fazer uma pausa na escrita, para que os futuros leitores tenham tempo de ler posts anteriores, para entender a sequência das investigações.

até breve, relativamente breve,
xassbit

9/22/2006

vá lá, um pensamento para a semana

xassbit comunica:

hoje não tenho muito tempo para escrever, mas fiquem com este pensamento: e que tal abolir toda a burucracia, dar uma pen a cada pessoa e registar todos os dados importantes aí? fica a ideia...

pensem,
xassbit

9/20/2006

[pesquisas fora de base]

bem, finalmente consegui fazer com que o relatório me fosse devolvido, para poder passá-lo, com algumas supressões. bem, no fundo o que eu assisti e participei foi um "casamento". e um casamento é uma ideia inteligente por parte dos humanos para responder à sua necessidade de apoio por parte do outro. baseia-se em juntar socialmente as duas pessoas. essas pessoas passam a viver na mesma casa, a dividir os seu bens com o companheiro e, muito provavelmente, terão filhos. claro que poderão fazer isto sem estarem casados, mas é menos tradicional e, e aqui entra a parte que está mais em desacordo, moralmente contestável para alguns. mas não irei de momentos aprofundar a matéria de contestações à moral humana, como será de esperar, ou não. bem, apresentado o casamento, temos que falar de vários rituais. há casamentos por intervenção do estado apenas. registam--se os nomes e passa a ser um casal legalmente falando. depois poderá haver um casamento religioso. aqui os rituais são tão, ou mais diversos que as religiões. temos copos que são quebrados, alianças que são postas, etc...
aquele a que eu assisti foi um casamento com intervenção do estado e igreja católica. neste tipo de casamentos é sistema: o noivo não ver a noiva até ela entrar na igreja; as famílias juntarem-se e petiscarem um pouco na casa dos noivos, partirem em cortejo da dita casa até à igreja e sentarem-se em filas diferentes da igreja. após o casamento, a troca de alianças e de beijos, os noivos saem da igreja, atiram-se com pétalas e arroz acima e há umas festa. poderá ser apenas um bolo e champanhe comidos à frente da igreja, ou uma festa maior (chamada "copo d'água) em que entra música, bebida, almoço e/ou jantar e baile. nesse tipo de festa já nem se sabe quem é da parte da noiva, quem é da parte do noivo. é apenas um saudável momento de convívio. bem, está relatado, em linhas curtas...

paz,
xassbit

9/19/2006

[actualização de pesquisas]

xassbit comunica:

(e agora é algo muito sério)
se não sabem, provavelmente irão saber agora. mas, se souberem é porque qualquer coisa de mal se passou. com certeza que sabem que eu não pertenço à espécie humana, muito menos a algo que pertença a este lindo planeta. eu sei que os humanos não se costumam interessar pelas questões fundamentais, deixando-as para o fim. por isso devem ter achado piada em ter alguma força de outro planeta neste vosso cantinho do universo. por enquanto, e muito provavelmente para sempre, não poderei revelar o local de onde vim, nem por que locais passei. mas a pergunta que se devia ter colocado, e que não passou pela cabeça de ninguém colocá-la é: o que raio é que estou aqui a fazer? sim, o que é que estou aqui a fazer? claro que, se esta pergunta me tivesse sido colocada, receberiam uma resposta vaga, ou uma realidade um pouco distorcida.

isto até à pouco tempo.

agora foi-me permitido, por consenso do comité, do qual sou presidente, que poderia revelar algo. não revelarei tudo de uma vez, mas estava a tornar-se óbvio porque é que eu estava aqui. no fundo, nós monitorizamos e reparamos que este planeta tem vários defeitos em termos de constituição social, que o está a conduzir para o caos, enquanto que todos pensam que é para a ordem. portanto estou cá, no fundo, para dar uma espécie de empurrão, para que o sistema social montado na terra ande para a frente. se formos ignorados, tudo bem, xassbit abandonará este planeta e voltará para outros, onde tem importantes cargos. bem, eu irei relatando alguns defeitozinhos que deveriam ser mudados, depois de aceites pelo conselho supremo.

vivam,
xassbit

9/18/2006

um pouco de conversa

e no fundo é o que acontece quando não temos muito para dizer. senhores revolucionários, assim como os outros (ao todo, cerca de cinco, que isto está a crescer), apresento-vos: conversa fiada!!!
e mesmo só fiada ou dada é que esta conversa é capaz de entrar no ouvido de alguém. é do género de conversa que é colocada por cronistas, por colunistas, por comentadores desportivos, por humoristas, e, por vezes, por actores que não sabes o texto. mas este tipo de conversa tem que se lhe diga. aliás, este tipo de conversa é um pouco como uma arte. porque não são todos que conseguem fazer uma conversa a partir de nada. mas verifica-se um acréscimo das pessoas que o conseguem realmente fazer, e algumas com bastante estilo. há bastantes formas de o conseguir. e reparem que são bastantes. porque não quero que as pessoas fiquem a pensar que são ó algumas. são bastantes, isso é que são. resta-me dizer, aqui num breve parêntesis, que já usei algumas delas neste curtos espaço. só algumas, porque, reafirmo, elas são mesmo muitas. ora aqui vão duas das ditas maneiras de fazer conversa fiada:

(nem todas, porque elas são bastantes)
  • descrissão

esta técnica é muito utilizada em livros, e consegue fazer com que um livro do tamanho da enciclopédia verbo caiba num filme com uma hora de duração. exemplo:

«(...) então joane passa pela porta da casa, para lhe falar. e que grande porta que era! tinha, pelo menos, a altura de dois homens bastante altos. mas isto, quando vista de longe, vista de perto apenas se via uma porta normal. uma porta como outra porta qualquer de uma outra habitação de família qualquer, talhada a partir de outra árvore qualquer. perto dela sentia-se que era tão vulgar que até as ervas daninhas que estavam à frente dela, devido ao seu avançado estado de abandono, pareciam bastante grandes e diminuiam o poder que a porta já teve em tempos»

em vez de

«(...) então joane passa aquela porta de madeira velha que parecia ligeiramente maior do lado de fora»

ou até

«(...) então joane entra em casa»

nota: eu tenho em plena consciência que muitos destes tipos de frase são usados como recursos estilísticos do texto, mas neste momento estou só a falar daqueles que são usados para fazer aumentaro livro umas páginas.

este tipo de conversa também pode ser feita ao citar uma pessoa ( «já dizia o nobra e valente não sei das quantas, que além de ser uma pessoa muito integra, era também blá blá blá blá)

  • repetição e reafirmação de ideias, com recurso a sinónimos e uso de palavras que nem nós mesmos compreendemos o significado

técnica usada em debates e entrevistas, quer em rádio, quer em televisão. muito usado para esconder que não sabemos o que pensamos.

«para responder a essa pergunta, o que eu penso acerca do crescimento do capital da empresa, resta-me apenas dizer, e, veja bem, sublinhar, que a minha posição sobre esse assunto, que é um tema que tem bastante que se lhe diga, por ser uma ideia tão contraditória, é bastante parecida a isto: o que eu penso acerca do crescimento do capital da empresa é que , no fundo é um crescimento, ou, se preferir, um aumento da tendência de subir (contrariando, e/ou até anulando a tendência de decréscimo, ou, se preferir, de descida), ia eu a dizer, no fundo é um crescimento, ou, se preferir, um aumento da tendência de subir um número, nete caso, o dinheiro que esta empresa realmente possui, é que este acréscimo na quantidade de bens monetários, é apenas para fazer com que o valor desta empresa seja maior. isto é no fundo, o que me aprece dizer sobre o aumento do dinheiro possuido pela entidade, antes referenciada»

em vez de

«eu não tenho absolutamentete nenhuma opinião sobre o assunto»

bem, ainda me lembro de mais alguma, mas não estou para escrever mais

que começe a revolução,

xassbit

ah, já comecei a escrever o relatório sobre o acontecimento de sábado, que é como quem diz, comecei a relatar em papel o que prencenciei à dois dias, ou, se preferir, já iniciei a escrita da acção que se desenrolou no passado ...... ..... ..... ...... ..

9/15/2006

[informações sobre pesquisas gerais adiantadas]

bem, como ontem aconteceu um episódio interessante que me intrigou e revela a necessidade de implantação de um novo esquema social e amanhã muito provavelmente não poderei ligar-me à rede porque estarei a fazer pesquisas fora de base no que os humanos chamam de casamento e lá, no mínimo, acharão estranho que um dos convidados se ligue a uma tomada e começe a passar coisas para um ecrán de telemóvel telepaticamente. pelo menos pensarão que já abusaram do vinho, que lhes faz aqueles efeitos todos que eu já tinha falado em anteriores comunicações, uma das quais publicadas aqui (pesquisas na feira). De todas as maneiras, estava eu a dizer que publicarei a pesquisa feita ontem, porque amanhã não vou poder escrever aquilo que relatei hoje, porque, para amanhã publicar o que teclar hoje, terei que adiar o relatório de hoje, fazendo com que o relatório de ontem fique em dia mas o de amanhã, muito mais importante, terá que ser adiado, não podendo ser escrito depois de amanhã, mas sim no dia seguinte.

como vêm, é tudo muito simples.

de todas as maneiras, ontem eufui fazer pesquisas a um establecimento comercial, establecimento esse que eu, obviamente, não poderei revelar o que vendia. digamos apenas que era uma farmácia. bem, de todas as formas, entraram nesse establecimento dois indivíduos "polícias". esses indivíduos são uma espécie de guardas que são recrutados por metade da população para a defender da outra metade que lhe quer fazer mal. é pena que uma dessas metades seja maior com as outras. bem, o polícia (não vou revelar quantos eram, digamos que era mais que um e menos que três) entrou e pediu uma informação sobre a localização de uma pessoa. o que já de si me deixou confuso, pensei que estes indivíduos fossem treinados para dar e não para receber informações. eles queriam saber o paradeiro de uma pessoa que trabalhava no mesmo ramo. então disseram-lhe que essa pessoa poderia estar ou num local ou noutro, que não sabiam ao serto onde se poderia encontrar. então os polícias continuaram a perguntar. o que eu achei estranho. não se esqueçam que aqueles homens vivem no mesmo universo e no mesmo tempo que a restante civilização humana. logo eles deveriam ter algo para comunicar. se procurassem na lista telefónica, talvez encontrassem qualquer coisa como o número das duas farmácias. mas não. vá de perguntar onde é que a cidadã se encontra. como se pensassem: «humm, não, esta senhora está a ocultar-me qualquer informação... mau... é melhor estar aqui a perguntar-lhe até ela me dizer do que ir simplesmente perguntar à tal senhora onde se encontra, por telefone... é melhor é.. eu digo que sim! ai, ninguém faz de mim parvo... »

enfim...,
xassbit

afinal que raio de criatura é o dr. muito mau?

xassbit comunica:

pois, já tinha reparado. dr. muito mau invadiu o blogue sem ter sido apresentado.
peço muita desculpa a toda a civilização terrestre e aos leitores deste blogue, entre os quais, aqueles que querem deitar abaixo o sistema social implantado (todos os três, com margem de erro de dois). seja como for. bem, para quem nunca ouviu falar de metamorfoses, pode ser um pouco estranho aquilo que eu vou falar mas dr. muito mau é eu e o zé pedro. é, ou somos, ou são. penso que a gramática da língua portuguesa não nos dá uma forma verbal que contemple esta situação. passando as imprefeições linguísticas, está basicamente apresentado o dr. muito mau (a mim já me conhecem e ao zé também, somos parecidos, em todo o caso, ele escreveu um comentário que serviu de apresentação). bem, em todo o caso, dr. muito mau voltará, assim como outras criaturas fascinantes que eu tive a oportunidade de localizar.

alloa,
xassbit

9/13/2006

Dr.Muito Mau

Dr. Muito Mau comunica:

Eu não sei
Que mais eu vou escrever
Um dia coisas
Outro dia o comer

Eu não sei
O que mais te posso mandar
Um dia fotos
Outro dia passear
Fotos de dor
Fotos a comer
Que um vírus também come quando assim tem que ser

Foram tantos os dias
Que eu perdi
Tantos pratos de papel
Que eu não parti
Guitarras partidas
Por estar a voar
E logo ali toquei


E tudo o que eu te dou
Tu tens de devolver
Tudo o que eu te dei
Tu tens que agradecer

E tudo o que eu te parto
Tu me reparas a mim
E tudo o que tu partes
Me pagas a mim

E tudo o que partim
Não me partins a mins
E tudo o que partim....

Sentado na rodinha
Vejo a guitarra a voar
Faço aquele truque
Para a ir agarrar

Mais água peço eu
O copo ta furado
Não pares que o cão
Co André ta zangado



Não, dizes tu
Mas a agua já se foi
Estendida pelo chão
Na poça que já foi

É uma guitarra?
Ou é um tambor?
Já não te posso ouvir
Cala-te por favor
Hum, essa pele

De cobra está molhada
Cala o presidente
Com uma queixada

Deixa o Pi falar
Para eu adormecer
Deixa o fotografar
O Hugo a arder

E tudo o que eu te dou
Tu tens de devolver
Tudo o que eu te dei
Tu tens que agradecer

E tudo o que eu te parto
Tu me reparas a mim
E tudo o que tu partes
Me pagas a mim

E tudo o que partim
Não me partins a mins
E tudo o que partim....


Fica aqui a música
Do Dr. muito maaaaaaaaaaaau

Dr. Muito Mau e xassbit agradecem ao Zé Pedro (Jojó)

9/11/2006

[novidades de pesquisas anteriores]

xassbit comunica:

esta é nova! acabei de receber autorização do conselho superior e vou mostrar aqui registos de uma antiga pesquisa, feita no ano terrestre passado, por alturas de "páscoa". esta pesquisa foi feita no início da minha investigação sobre música. foi uma pequena experiência musical que eu tive com fred stone, ou melhor, sinc, baterista dos blasted mechanism. e aqui vai a foto:













salam aleikum,
xassbit