bem-vindos ao d"a"da"f"ex"

boa viagem

3/20/2007

medo da revolução ou mansinho e não à bruta

xassbit comunica:

ora aqui está um título interessante. quem é que não quer saber algo sobre medos?
não?
e que tal: quem não quer desenvolver o tema "mansinho e não à bruta"?
ah!
e mais fantástico, quem é que não quer juntar este tema à discussão acerca da televisão pública?
ok, vamos à crónica
foi com algum choque eu que liguei hoje de manhã a televisão, para ver os tradicionais programas criados com cinema de animação (popularmente, "desenhos animados") e verifiquei que um canal tinha sido substituído. pois é, caso não tenham reparado, nem visto a notícia no telejornal (como eu), o recentemente criado canal "a 2:" voltou a chamar-se "rtp 2". caso não se lembrem, porque, embora desde à pouco tempo, mas isso já faça parte do passado, "a 2:" era um canal que contava com a colaboração de várias entidades, entre elas, canais públicos e canais privados. esta era, sem dúvida, uma atitude revolucionária no que toca no negócio dos audiovisuais, e isso agradava-nos. para quem quer esclarecimentos em relação a quem somos "nós", refiro-me, como seria de esperar, aos leitores d'o d'a'da'f'ex que concordam com as ideias do seu autor.
mas, o que parece bastante revolucionário e novo, costuma ter, invariavelmentente, o mesmo fim: o balde do lixo. e, não muito espantosamente, a 2: saiu da concorrência. tudo isto porque, em vez de ter chegado - lá está - de mansinho, chegou à bruta. mas há também necessidade de mudar, não pode ser tudo estático. e nesse sentido, a televisão, não só a pública mas também a restante tem-se esforçado em relação a isso.
mas dizia eu que as revoluções têm que chegar de mansinho, e não à bruta. pelo menos aquelas que são para ficar. não há revolução que venha de outra maneira. vamos a exemplos práticos? vamos a isso. exemplo prático: a revolução de 25 de abril. efectivamente conseguiu abolir a ditadura. dir-me-ão que ela não veio de mansinho, mas sim à bruta. e eu respondo: e resultou? ah pois é... revoluções só podem ser impostas por tentativa e erro na prática. pelo menos, humanamente. não se pode é desistir. vejam só: salazar queria revolucionar o país. ele opôs-se a tudo e a todos de uma só vês? não. de mansinho, sem ser à bruta, e sem nunca desistir, entrou na política e, enquanto foi vivo, governou em ditadura. e ainda hoje, digo eu, continua a imaginar que vivemos numa próspera (?) ditadura. enfim...

um guarda-redes de futebol belga, de nome "stijnen", disse que cristiano ronaldo teria que ser posto de fora nos primeiros minutos, referindo-se a um jogo próximo. se não disse, deu a entender.
a federação belga de futebol desmentiu a afirmação.
a federação portuguesa de futebol, por enquanto, ainda não se pronunciou.
cristiano ronaldo ainda não se ouviu falar.
de qualquer maneira, este último não sabe ver os minutos num relógio.

revolucionariamente,
xassbit

post-scriptum: vejam a agenda, já foi alterada

3/17/2007

poesia? alguém falou em poesia? por acaso eu falei em poesia? também me parece que não

xassbit comunica,

e as revelações continuam. desta vez já pela voz de xassbit. que há muito tempo que não me referia na terceira pessoa. aqui vão alguns excertos das novas músicas da sgband:

porque é que não há, seis ou sete continentes?

ouvimos vozes dementes

no fundo das nossas mentes

porque é que não há, oito ou nove mares?

isto está claustrofóbico

é preciso mudar de ares

refrão de "mundo a cinco dimensões"

sobe sobe, balão sobe

não me deixes aqui ficar

não quero assistir à

despressurização, desintoxicação

(...) é melhor ficares calado

é melhor não dizeres que não

outro de "despressurização social"

it's just another story,

just another person

and something that i didn't tell

just another song

a military anthem

to something that i ever felt

verso de "post-scriptum"

you gonna warn all your friends

and the cousins that you ever saw

even you gonna warn your mother-in-law

verso de "in the town"

are you with fear?

why don't you and your fear take a plane

and join the rollin' donut?

say anything you want

just say it!

say anything you care

just say it!

say anything you really want to understand!

pré-chorus e refrão de "say anything"

this is a story about a man

(...)

só um pouco de história

um pouco de espaço

um pouco de tempo

introdução e verso de "movie"

bem, em jeito de despedida (como eu gosto desta expressão) queria aqui dizer para não desesperarem. as grandes revelações aproximam-se. e deixarão de ser feitas no hi5 e n'o d'a'da'f'ex. curiosos? então, e como está escrito no outro de "my moon",

just pay attention to the signals and feel the moon light,

xassbit

3/15/2007

olho para o negócio

xassbit comunica:

quem tem olho para o negócio! aqui está um belo pregão. nunca tinham ouvido criaturas a dizer que as famílias deviam ser escolhidas pelos próprios? ora este era uma bela frase para se ouvir no mercado dos parentes. porque toda a gente tem alguém na família, nem que seja na família "escolhida" por si próprio, que tem olho para o negócio. e, normalmente gabamo-lo ou invejamo-lo. mas o que é ter olho para o negócio? aqui é que as coisas começam a piorar. é que, como muitos outros conceitos, uma pessoa ser possuidora desse órgão não está bem definido. para uns, tê-lo é apenas algo, para outros será outra coisa.

se não repararam ainda, eu estou a escrever sobre nada à bastante tempo. trata-se de entreter. termo científico: "queimius tempus". e para quem não sabe do que se trata, eis que tudo parece escrito numa crónica anterior... da primeiras. um clássico, portanto, de entre a comunidade restrita, porém de entrada ilimitada, de fans d'o d'a'da'f'ex. mas neste caso, eu não queimava tempo só por queimar. este fenómeno deu-se mesmo porque eu não estava a conseguir introduzir o meu texto. bem, pedidas as respectivas desculpas, prossigamos...

embora toda a polémica que isto possa causar, a verdade é que há dois tipos de pessoas com... já sabem, não? uma delas é a pessoa que pensa que o tem. é a pessoa que, ao saber da notícia que existem lobos a atacar o gado português, pega em duas ou três ovelhas, desloca-se a um local de ataques, chama as televisões e espera que chovam os subsídios. uma boa maneira de se enganar e retirar dinheiro disso. esta pessoa tem olho para o negócio? não. este indivíduo (para não dizer pessoa, que ainda posso estar a insultar alguém) é um gatuno? é.
mas, claro, há também as pessoas que realmente têm olho para o negócio. essas são, então, as pessoas que, após receberem as mesmas notícias, não pensam na maneira mais rápida de criar dinheiro à custa dos outros, mas sim, na forma mais limpa de o fazer. neste caso, são as pessoas que se deslocam aos locais de ataques, compram um terreno e... montam um parque de observação de lobos, que dá lucro durante dez anos seguidos e que acaba por ser vendido a uma multinacional que não percebe muito do assunto e que paga o quádruplo do seu valo real. ora isto sim, é ter olho para o negócio. o único pormenor é que esta medida pega muito bem no estrangeiro, mas aqui em portugal o pessoal acha que, como nunca se fez, não vai resultar. e, dado que isto dava tema para uma outra reflexão, aqui vos deixo.

negociadamente,
x. b.

3/13/2007

desencontros

xassbit comunica:

a civilização humana, principalmente a que vive nos chamados "países desenvolvidos", assim como muitos animais e uma ou outra civilização da quarta realidade paralela e outras abaixo desta, vive atormentada com horários. e muitos destes podem mesmo mudar o curso da vida dos seres que os desrespeitaram. senão vejamos: se os espanhois se desembaraçassem mais depressa da batalha com que estavam ocupados quando os portugueses se revoltaram, ainda hoje o povo luso estaria sob domínio espanhol. muitas pessoas são despedidas apenas porque não conseguem apanhar um autocarro para chegar cedo todos os dias ao trabalho. e quantos ladrões não fogem com o seu saque só porque os guardas nocturnos se lembraram de aparecer mais cedo... só mais um exemplo: milhões, ou mesmo centenas de pessoas já morreram porque os órgãos de que necessitavam para transplante chegaram mais tarde!

já chega?

já chega.

mas falando muito a sério. há uns certos desencontros um bocado aborrecidos. um bocadito. e assim como a expressão "bocadito", há outra expressão que, além de estar relacionada directamente com a temática deste... chamemos-lhe texto, também a considero muito interessante. temos então a expressão "hora h". normalmente também relacionada com a expressão "dia d". quem é que não se lembra do dia d? muita gente. para esses que não se lembram, o dia d foi considerado o dia em que as tropas aliadas desembarcaram para acabarem por derrotar o "glorioso exército alemão" (expressão bastante repetida na apaixonate série "allo allo"). mas reparem numa coisa: se estas mesmas tropas tivessem desembarcado um tempo depois, digamos, uns minutos, já não teriam tanta sorte, porque o nevoeiro que fez com que elas fossem encobertas entretanto já teria levantado. aproveito então este momento histórico para dizer que não gosto desta disciplina. e, mais interessante que os meus gostos, lanço um tema para ajudar à polémica è, posteriormente, à revolução social. valerá a pena falar-se de dias "d" e horas "h" como as horas e dias optimos para a realização de certa acção e nunca se fazer referência às outras divisões horárias? então e os minutos "m". então e os segundos "s"? desculpai, porque a crónica não é muito boa, mas acordei realmente com esta dúvida na cabeça. literalmente.

p'rá próxima é melhor,
xass b.

3/12/2007

sgband – a revelação

comunicado: do stinky gang para a civilização:

depois de um trabalho árduo, a sgband revela-se hoje, 12 de Março de 2007, data terrestre. e aqui vão os pormenores:

formação:
casa branca – guitarra, vocais
oops – baixo, vocais, trompete
xassbit – bateria, vocais, baixo
sandro – electrónica, percussão

músicas:
despressurização social
vindos do espaço
my moon
say anything
in the town
my country house
post-scriptum
mundo a cinco dimensões
a story about a tree

ficha técnica da música apesentada:
despressurização social
xassbit: letra & música, bateria, vocais, didgeridoo, flauta, temple blocks, barchimes, masterização
oops: baixo, vocais
casa branca: guitarra, vocais
sandro: djambe, gravação do áudio

de resto, podemos dizer que em breve iremos ter à vossa disposição o site da banda, o my space, as letras e… e… e… os concerto!

adere à despressurização,
sgband

post-scriptum: mais informações, consultem http://sgband.hi5.com

3/05/2007

então, vai ser...

xassbit comunica:

bem, para o pessoal que quiser acompanhar em março estou em (sítios mais importantes):

sgband - a revelação (dia 12)
afinal o que é o stinky gang? afinal o que é que tocam? irá começar a ser revelado nesta segunda
http://hi5.com e o próprio d'a'da'f'ex

pryzz - concerto no concurso de bandas, universidade de évora (dia 17)
não se verificou


s.a.f.m.carlista - concerto da primavera (dia 25)
tradicional concerto da primavera pela carlista, no cine-teatro curvo semedo, em montemor-o-novo, 16:00
http://carlista.blogs.sapo.pt

estejam atentos a esta agenda, porque ela poderá, e muito provavelmente irá, mudar.

até estes dias,
xassbit

3/02/2007

stinky gang - a revelação

xassbit comunica:

um grande namaste para todos! que é dia de festa! (cantam as nossas almas... para o menino tal tal, uma salva de palmas!)

finalmente os stinky gang revelam-se perante a humanidade. a música, o som, as palavras vão ser escritos, contados, dia 12 deste mês, através do sítio http://sgband.hi5.com e neste mesmo blogue. atenção: as revelações vão começar a surgir a partir desse dia, em cada um destes endereços poderão ser feitas revelações diferentes, por isso estejam atentos aos dois.



[esta comunicação vai ser emitida à civilização por mail. se a receberam deste modo e gostaram do que viram, por favor, reenviem à vossa mailing list. a revolução social parte de vós]

a sgband não pretende, por enquanto, ser uma banda comercial. todas as revelações destinam-se apenas a uma comunidade ilimitada de humanos. todos podem entrar!

a todos que apoiaram os stinky gang, um grande agradecimento por parte do vosso colega e amigo,
xassbit

2/20/2007

diz que sim, que foi um concerto

xassbit comunica:

uma comunicação em formato audiovisual



música: just thoughts
banda: pryzz
local: escola gabriel pereira - évora - portugal - terra
altura temporal (d.t.): 16/02/2007 ; 11:00

apresentação de xassbit:




musicalmente falando,
xassbit

2/19/2007

desentendimentos

xassbit comunica:

hoje houve um desentendimento. não sei se repararam, mas houve...

paz,
xassbit



































não, a sério, o post é só este.













pronto, tá certo, eu falo mais.

o desentendimento foi concretizado pelo exm.º sr. alberto joão jardim. curiosamente, um personagem nada polémico como todos nós sabemos. eu fiquei, como muitas pessoas com certeza ficaram, espantado, surpreendido e um pouco alterado por saber que, surpreendentemente, me esqueci de ver a apresentação da nova geração dos blasted mechanism no domingo passado, que por acaso foi ontem. e também achei um pouco estranho o sr. alberto ter-se demitido. o desentendimento é o seguinte: este político extremamente não-brilhante disse que não quer ver a madeira governada, após a sua demissão, por políticos medíocres. qual é a sua medida? subornar esses políticos? muito baixo. matar esses políticos? muito baixo. recandidatar-se? sim, parece[-lhe] uma boa ideia. eu nem quero comentar, pois penso ter-se tratado apenas de um lapsus linguae.

no comments

também achei estranho ele ter feito coincidir a data da sua demissão com a data de publicação de certos textos no diário da república mas não reparou que hoje era também o dia em que o sr. vitorino, uma pessoa com convicções politicas quase-totalmente opostas, fazia os comentários às notícias no telejornal. mas por mim, tudo bem.

este era para ser o tema da crónica, mas, uma vez que já não sei qual é o site, o seu efeito irá reduzir-se pela metade. encontrei outro desentendimento, quando fiz uma pesquisa prévia, antes da crónica "esses pneus...", num site sobre o aumento de seios. claro que nos referimos à massa destes e não ao aumento do número, pois não penso que esta fosse uma grande melhoria, para não dizer que era inestético. enfim... este site dizia que vendia uns comprimidos que faziam aumentar os ditos apêndices femininos. e anunciava também que os tais comprimidos eram fabricados exclusivamente com plantas raríssimas. entre as quais se encontravam o raro e quase inexistente: extracto de feno! a sério. fiquei a saber pela primeira vez que possuo uma fortuna à frente da minha casa! o que me assusta é que essa mesma fortuna provoca "aumento dos tecidos mamários", como estava na descrição dos efeitos dessa planta. então será por isso que o estereotipo de mulher do campo...

fica a imagem


desentendidamente,
xassbit

2/18/2007

[pesquisa fora de base - "pavilhão atlântico"]

xassbit comunica:

realmente, eu não percebo os críticos de gastronomia. como é que alguém poderá comer grátis e do melhor e ainda assim ter algo a dizer contra a receita do que comeu... ainda bem que não é esse o tema deste relatório.
ontem, sábado/16, no caso de não se estarem a localizar, fui enviado em pesquisas fora de base aos bastidores do conhecido pavilhão atlântico. tive sorte porque me enviaram lá mesmo na altura em que estava programado um concerto. concerto esse com as melhores bandas de rock de portugal. falamos claro de rádio macau, jorge palma, gnr, pedro abrunhosa, rui veloso e xutos e pontapés. por ordem de entrada em palco. do pessoal que estva lá, os mais receptivos foram o rui reininho; o rui veloso; o zé pedro; o jorge palma, que estava com um problemazito com o nevoeiro, facto que o levou a contar ao meu colega, o próprio guiltfeeder, várias histórias da vida dele; e o pedro abruhosa, que foi com quem tive mais contacto. sobre este senhor: eu realmente não gosto muito de me meter entre polémicas já lançadas, mas o pedro tinha uns óculos que não eram totalmente escuros. eram laranja escuro, mas não eram totalmente escuros. lembro-me que, à dois anos, quando tive o prazer de estar com ele, aí sim levava óculos escuros. mas desta vez não. tanto que deu para lhe ver os olhos.
de resto, o concerto não estava assim tão esgotado nem para lá caminhava... o que era positivo para quem assistiu e negativo para a organização, porque choveu menos papel. o que choveu mesmo foram uns balões que atiraram para o público.
fiquei também espantado, mas contente, por ver que os colegas músicos que foram tocar também dão adeptos da revolução social, gostei particularmente do discurso do rui veloso, do rui reininho e do pedro abrunhosa e das novas músicas tocadas pela primeira vez neste concerto, dos xutos e, mais uma vez, do pedro abrunhosa.
se o concerto fosse uma cerimónia de entrega de prémios:

  • concerto mais dinâmico - gnr (bastante dinâmica pela parte do rui. conseguiu superar as expectativas)
  • concerto mais soft - rádio macau (natural das suas músicas, boa escolha para abertura)
  • concerto mais rocker - xutos & pontapés (também o mais apelativo)
  • concerto mais estranho - jorge palma (em parte, devido ao estado de embriaguez do próprio)
  • concerto mais clássico - rui veloso (por ser menos pesado que os xutos e por ser um só interprete e não uma banda)
  • concerto mais creativo - pedro abrunhosa (que começou com rap e acabou com gospel. foi o que melhor conseguiu com que a mensagem passasse)

até jazz,

xassbit

2/13/2007

du iushe pic'inglich?

xassbit comunica:

esta é grande (maior que a anterior em que eu disse isto). para bem da internacionalização deste blogue, vou publicar um post... em chileno! podia ser, mas é mesmo em inlgês. e, atenção, ao contrário do que seria de esperar, este não é um post extremamente interessante. é apenas um post em inglês. um simples relatório sobre actividade humana. ou não. aqui vai:


home, sweet home
civilization, as we know, has been using these words throughout the years and they has never suffered many changes. but the concept of home, it has changed a lot. on the stone age, people had, as it says, stone houses, in caverns. although that shows a huge develop, they were nothing else then big holes in rocks, manly created by nature itself.
right before the industrial revolution, the humanity has presented in a situation of “les uns et les outres”. houses were very big for the rich ones and very small for the others. but neither the homes of riches, nor the homes of poor people had stuff like electricity, sophisticated machines and even pipes in their bathroom.
after those black times for houses, they started to be constructed with electric machines, mechanical machines and, most recently, with electric machines that replace the old mechanical machines. and that is what we call a house of the future.
we don’t give them that name because they can only be constructed in the future, but because they are going to be the predominant homes in the ages of our grandchildren. the concept of that new house, is of a house that “thinks” (with a little help from a.i. – artificial intelligence) for itself and can replace humans in lots of jobs, no matter if they are hard or easy. it doesn’t mean that a future house will do everything and men can only walk around, sleep, eat and be a slave of the machinery. it means that we can go on holydays and leave the house without really leaving it because, with an internet access on our portable computer, we can control our home. so, you can go ion holydays, lie down on a reclining sofa of the hotel while you are gardening on your beautiful garden.
but being an intelligent house also means that older or deficient or even pregnant people can live an easier life, because the house of the future is also constructed with deficient facilities, as avoiding stairs and steps, having appropriated bathrooms, alarms, and so on. as far as the alarm stuff is concerned, we going to have ultra-sensible alarms that turn on and off the lights and do an incredible loud noise, besides of warning all the authorities (fire-men, police, ambulances). are you a smoker? well, it's better if you aren’t. no, really, in the house of the future, every single flame done inside the house and the fire-alarm rings like a maniac…
in a way of finishing this text, we will talk a bit about… computers!!! yes, how can we talk about a future house, if we don’t speak about computers? for example, how many computers the future house will have? maybe thirty or even hundreds of small computers, right? wrong. well, what for having hundreds of small computers? instead we are going to have a cosmic computer that is linked with all the things of the house. perhaps you are watching a stupendous movie in a channel but you have to go to the bathroom. so, you pick an option and phow! all the t.v.’s in the house are showing BBC World. with a gigantic computer is like living inside of one... your mother in law doesn’t have any artistic taste, and wants to have all the most horrible paintings of the world in one single wall? no problem! while she is sleeping, a thing that boring mothers in law do a lot, you press some buttons and change all the paintings to light picassos or excitant francis bacons. how do you do that? easy, all the areas that show paints are in fact tft screens that you can control through the main computer that you have access all over the house. tired of having you children far from you? put their photos in these screens, and you won’t miss them ever again.

namaste, e um abraço à prof. isabel,
xassbit

2/08/2007

genéricos

xassbit comunica:

genéricos, no fundo, são aqueles comprimidos que não são desenvolvidos num laboratório "de marca". e também são aquelas músicas que aparecem no início dos programas de televisão. como é perfeitamente óbvio, apenas o tema mais interessante vai ser debatido por mim nesta crónca.

os genéricos estão sempre na boca de toda a gente. mas as pessoas só os conhecem após muitos anúncios. alguns chegam até a provocar pólémica. são aconselhados pelos especialistas, mas quase niguém quer saber deles. no fundo são apenas aquilo que são: as músicas que fazem abertura dos programas.

(reparem que escrevi a palavra "programas" e nem sequer fiz referência à má pronuncia de marco paulo quando este diz esta palavra)

enfim... depois de mais uma introdução um pouco mais infeliz que o normal, vou começar a falar sobre o verdadeiro tema: genéricos de desenhos animados. uma vez que diz que se aproxima um relatório bastante longo e com outras particularidades, vou tentar sintetizar o meu pensamento. este tipo de genérico obdece a um certo "padrão", ou então, "série". para quem leu a texto anterior sobre séries - sim, porque eu não publiquei esse texto só "porque me apeteceu", mas sim porque irá explicar algumas posições que eu iria em posts posteriores - sabe que as séries são bastante importantes na nossa vida. dizia eu que há um certo padrão neste tipo de genérico. têm todos que repetir o nome do desenho animado que anunciam. mas não digo repetir só repetir. o nome tem que ser repetido tantas vezes que faça com que não consigamos ver mais nada à frente senão o tema do programa, no resto do dia. isto se não fôr a uma segunda-feira, porque senão estamos a dizer que não podemos ver mais nada no resto da semana. está certo, ha genéricos bastante interessantes, como o do conhecido "abram alas para o ncoisoy" (não quero dizer qual é que é o programa a que me estou a referir, para nao ser muito criticado), ou então a menos conhecida "mcoisay e os seus amigos". mas um genérico em que eu tenho que ouvir várias vezes "a vida de jcoisoo,~tal-tal-tal, a vida de jcoisoo, tal-tal-tal, a vida de jcoisoo" é um bocadinho chatinho. a si, caro leitor, pode não o fazer, mas a mim dá-me vontade de arrancar a cabeça, pois, normalmente é o que eu oiço quando mudo de canal a seguir às televendas. e isso é um bocado aborrecido. principalmente para a cabeça.
será que querem que nós vejamos o episódio assim tantas vezes como as vezes que eles dizem o nome? ou será que, no genérico de um bebé careca, em que é repetido a palavra "rcoisoa, rcoisoa, rcoisoa", exista mais do que um rcoisoa? eu, realmente, não que quero meter em política, porque não sou assim tão bom humorista, mas penso que isto é uma mensagem subliminar ao "sim" no referendo ao aborto.
e como já falei demais,

genericamente,
xassbit

post-scriptum (mais um) - não sei se repararam, mas, fazendo uso de alguns sinónimos, perífases e pronomes, evitei repetir várias vezes as palavras "desenho animados" e "crónicas", também para vos salvar um pouco a semana, no caso de terem lido esta crónica a uma segunda-feira

1/30/2007

esses pneus...

xassbit comunica:

por acaso é algo que eu não utilizo com bastante frequência. é esse tipo de objecto e daqueles aspiradores vaporetto. nunca experimentei. a principal razão é: porque não preciso e nem quero vir a precisar.
mas em todo o caso, não são desses pneus que eu estou a falar. refiro-me a uma expressão popular utilizada na sociedade, que se refere àquelas gorduras que os humanos deixam criar em alguns locais do seu corpo, de modo a criar um efeito que se parece extraordinariamente com pequenos televisores. espantados? não, parecem-se mesmo com pneus.
embora estes "pneus" sejam extremamente úteis contra o frio, realmente os humanos não costumam aprecia-los muito. então o que é que fazem? tiram-nos. mas um humano não funciona como os seu carros, que levam uma ferramenta, de nome "macaco". mas não é por isso que eles se prendem e tentam livrar-se dos tais pneus o mais depressa possível. e o que é que eles fazem por isso? bem... além de exercitarem extremamente os músculos, tomam medicamentos que "fazem" com que as gordurinhas desapareçam, compram bandas que dão choques, usam bandas que fazem transpirar... estes três últimos são anunciados a horas da madrugada exclusivas para anúncios do género de produtos que nunca tinham visto à venda antes, mas que, quando chegam a casa, além de reparar-mos que, apesar de os termos comprado em promoção, há um à venda a metade do preço na loja mais próxima, também reparamos que, depois da garantia passar: já não funciona. o que faz com que tenhamos que gastar o dobro do dinheiro que poupámos em comprá-los.
outro dos escândalos por que eu passo diariamente é o seguinte: as tele-vendas são emitidas, normalmente, a altas horas da madrugada. mas, para algumas pessoas, essas são as horas em que se levantam para ir comer a refeição da manhã (chamada "pequeno-almoço"). eu passo também por isso. e digo-vos muito sinceramente, não é nada agradável nós estarmos a comer, acordámos contrariados - ou porque o sonho que interrompemos era muito bom, ou porque simplesmente estamos com sono - que faz com que não se sinta o sabor da comida e ainda por cima temos que levar com imagens de gente que não diria que têm pneus, mas o carro completo, mais imagens de gente toda encharcada em suor. Eu realmente consigo controlar-me, normalmente até mudo para os desenhos animados, mas não me parece que uma pessoa aguente isto sem aliviar um pouco o estômago da refeição anterior.
depois, para se livrar dos pneus, há aquelas pessoas que injectam uns liquidos para os pneus "abatam", e, mais do que isso, há quem faça a "lipoaspiração". tal baseia-se na "remoção de gorduras localizadas". baseia-se em, literalmente, remover as gorduras. ora isto tudo, para chegar ao ponto em que eu aconselho o pres. Bush a fazer uma destas, pois, após todas as avarias a que ele se aventurou a fazer para os lados do Iraque, não acredito que ele não esteja com a consciência pesada. por isso, mr. Bush, recomendo-lhe: www.googloe.com, procure "lipoaspiração" e livre-se desses quilinhos a mais.

não deixe os seus pneus irem embora,
xassbit

1/28/2007

atenção: comunicação com bolinha!

xassbit comunica:

acho interessante que os humanos marquem os programas televisivos com um desenho vermelho e circular, a que chamam "bolinha". A visualização desses programas é restrita a certas idades, normalmente, mais de 16 ou mais de 18 anos. Esse tipo de "pograma", como diria marco paulo, poderá ter imagens demasiado sangrentas, demasiado literais ou demasiado pornográficas - e note-se que é raro a palavra pornografia ou alguma do mesmo campo semântico aparecer só no quase trigésimo post de um blogue internacional - para serem vistas por certas pessoas mais novas. Generalizando, nessas emissões televisivas à imagens que chocam bastantes pessoas ( para não estar sempre a usar a palavra "humanos", não estarei eu a esquecer-me de alguém).
aqui, a pergunta que se coloca é a seguinte: quem é que se lembro de usar uma figura como esta para marcar essas mesmas emissões? imagino a reunião da nbc em que decidiram isso: (já traduzida para português)

- ora, isto o que era interessante era pôr-mos algum aviso no filme da meia-noite para dizer que não pode ser visto por gentes com mais de 16 anos.
- então mas não chega já o anúncio que pomos no início a alertar para isso mesmo?
- então e o pessoal que chega a casa com os filhos lá para a meia noite e um quarto e que depois querem ver um filme em família e que, por coincidência, o filme começou a tempo e eles não puderam ver o anúncio?

pausa para reflexão

- bem, então escrevemos em cima "este filme poderá conter imagens que poderão chocar algumas mentalidades e que, por isso, não deverão ser vistas por pessoas com menos de 16 anos, grávidas ou idosas"
- mas isso levanta um problema: ou escreves isso numa letra mesmo muito pequena que ninguém consegue ler, ou então os telespectadores passam a ver o filme por um cantinho de 4cmx1cm.

outra pausa, para o chefe auto-controlar a sua vontade de despedir o tipo que está sempre a sugerir este tipo de coisas

- pronto, está bem. então pomos uma imagem a substituir essa frase.
- mas que imagem poderia ser tão subtil que fizesse com que esse tipo de pessoas olhassem para ela e não tivessem vontade de ver o resto do filme?

pausa

pausa


pausa




pausa





pausa










pequena sesta










pausa








-bem, só se for uma bóia



o que, no fundo, não faz sentido nenhum. a não ser que os media estejam, com essa bóia, a lembrar-nos o quanto horrível foi o filme do titanic, e tudo pela falta delas. mas duvido. duvido muito.
outro aspecto que faz um pouco de confusão é o seguinte: eu já reparei que este tipo de programas também conta com a actuação de algumas crianças. é reparei que as crianças gostam muito de mostrar aos colegas quando "aparecem na televisão". agora imaginem como fica a auto-estima dessas crianças quando nem mesmo elas podem ver o programa em que apareceram, quanto mais os próprios colegas.´

boas visualizações,
xassbit

1/24/2007

[pesquisas gerais]

há um tempo que não escrevo (ou antes, transcrevo) um relatório das minhas pesquisas no derradeiro ataque das forças exteriores. portanto, ao contrário do que eu tinha anunciado, vou então passar um relatório para o blogue. este relatório é bom para se passar, porque não tenho qualquer observação para fazer sobre o sucedido, que não possa ser feito em formato relatório, e assim poupo uma crónica, sempre é menos uma das crónicas portuguesas lidas por menos de dez pessoas.
é de conhecimento geral que a estrutura social da civilização humana assenta sobre uma organização por grupos de pessoas. a maioria dos seres humanos, senão mesmo todos, juntam-se a grupos ou, por vezes, são juntados a grupos. sejam grupos em que o factor de união é a idade - grupos de "adolescentes" (12-18 anos), "idosos" (50-100 anos), "bebés" (-5,7 - 4 anos), "pessoas mesmo muito velhas" (>95 anos) - grupos em que o factor de união são as preferências -
"grupos de leitura" (pessoal que gosta de ler), "bandas" (pessoal que gosta de tocar) - e por aí fora.
e como também é de conhecimento geral, eu inseri-me, para ser aceite na civilização terrestre, num grupo do tipo destes últimos. ora este grupo demorou um pouco a formar-se e a acertarmos, assim como aqui dizem, "uns com os outros". mas finalmente vamos prosseguir com os ensaios e, para rematar os nossos planos, vamos tentar ter um número aceitável de músicas compostas por nós, assim como é chamado por cá, "originais".

até à próxima comunicação, dessa vez, uma crónica,
xassbit

1/16/2007

divulgação do derradeiro ataque às forças exteriores

acabou por ser verdade e com um pouco de imaginação, lá ajudei um pouco à divulgação do derradeiro ataque das forças exteriores, assim como quem não quer a coisa... para não chocar os leitores mais assíduos - todos os poucos - transcrevo aqui o texto do e-mail que enviei à minha mailing list (repararam que ando a tratar-me na primeira pessoa e não na terceira? é só para não dizerem que eu sou um futebolista qualquer) :

xassbit comunica:

civilização humana,
para aqueles que se teimam
em manter-se alheados da actualidade nacional e das revoluções e propostas de
revolução em curso, ou simplesmente para aqueles que não acompanham assim tão
assiduamente as mudanças na blogosfera, ou que não conhecem a blogosfera
nacional de todo, deixo-vos aqui a novidade em termos de alucinação por parte de
um ser: o blogue
http://xassbitcomunica.blogspot.com . não tão humorista como o
blogue dos maiores humoristas, nem tão filosófico como o blogue dos maiores
filósofos, verdade é que não tenta ser nem uma coisa nem outra, mas
simplesmente tenta dar a conhecer algumas das comunicações de um ser exterior à
terra ao seu planeta mãe, não mencionando pelas razões óbvias.
se pensa que
essas razões não são assim tão obvias, se tem curiosidade acerca de blogues que
falem sobre filosofia e humorismo, se gosta ufologia, se já clicou no link, se
acha piada ao nome do autor, se lhe apetece saber porque é que este mail é
escrito em caracteres minúsculos, as respostas estão, ou irão ser postadas ou
deduzidas pelo leitor perspicaz, num só e único blogue, o derradeiro ataque das
forças exteriores.

fim de
comunicação,
xassbit

post-scriptum - eu sei que este não é um
daqueles mails para enviar a toda a vossa mailinglist, mas se vos apetecer
muito, ninguém vos impedirá. o autor agradece"

1/14/2007

profissão: alegador

sim, é verdade, as montanha lunares não foram construídas por selenitas. e, para ajudar um pouco à revolução/re-organização social da civilização humana, vou falar sobre o que seria uma profissão bem pensada: um alegador. ora o que é um alegador? é alguém que alega. quantas vezes ouvimos nós, em programas de informação geral, que alguém é um alegado homicida, algo é uma alegada arma do crime? umas seis, ou nove. podemos aqui questionarmo-nos porque é que a palavra homicida aparece tão abruptamente no meio deste post de um blogue tão respeitável. mas o facto é que, em vez de ter aparecido nesse tal blogue tão respeitavel apareceu neste. mas no fundo, a pergunta central é esta que irá passar a ser escrita nas próximas, vá lá, seis palavras: mas afinal, quem é que os alegou? pois é, o alegador. e quem é esse alegador? não sabemos. e não sabemos porquê? porque no final da reportagens nunca aparece o nome dele. não era bonito, no final da reportagem , dizerem, por exemplo, reportagem por sicrano e beltrano, nas câmaras, fulano de tal e alegações pelo coisito. isso sim, seria uma reportagem! e, então, porque belzebus é que o nome do senhor não aparece na dita ficha técnica? porque ainda ninguém tem a profissão de alegador. ora aí está a verdade há muito evitada pelos órgãos de comunicação e restantes entidades responsabilizadas. realmente, ainda não existe em qualquer instituição de ensino superior, um curso de alegador. porque um alegador é alguém que tem futuro garantido. tem, sem dúvida, bastante saída comercial. em parte, porque é uma profissão muito bem paga (isto, se ganhar à comissão) e difícil de alcançar, e em parte porque não existe nenhum alegador no mundo e num raio de 10Km à volta deste. e não falo do resto do espaço exterior ao planeta terra, porque torna-se um pouco insustentável viver a mais que 10Km do dito. mas sei, de experiência própria, que nesse mesmo espaço, não existe ninguém com a profissão de alegador. porém iria ter alguma dificuldade em trabalhar nas sociedades em que a sua construção social não propicia alegações.

alegadamente escrito por,
xassbit

1/12/2007

séries

xassbit comunica:

hoje de manhã acordei e levantei-me, facto que é fácil, de constatar, pois são poucos os seres que escrevem blogues deitados, muito menos a dormir. depois fiz uma série de actividades em prol da pesquisa e análise de comportamentos humanos, a minha área de investigação e o facto que me levou a chegar a este fantástico planeta.
bem, e depois de todas as barbaridades que eu decidi despejar para o teclado do computador em jeito de introdução, vou falar um pouco sobre séries, não fosse esse o tema do post. uma série é uma colecção de elementos (figuras, objectos, personagens ou acções) ordenados com uma regra que nos permite determinar o elemento seguinte. isto para o caso de serem algum ser que se tenha abstraído tanto do mudo que até nem sequer consiga dar uma definição a um conceito tão simples e tão utilizado na civilização humana. mas é de reparar que este é um conceito que se originou devido à limitação do conhecimento humano, principalmente em relação às dimensões, pois os humanos apenas identificaram quatro e, muitas vezes apenas trabalham em "3D" ou menos.
sim, o conceito de série é dos mais utilizados na civilização humana, tanto até como o esterótipo e a hipocrisia, que irei relatar em posts seguintes. comecemos então por uma série básica:

"1,2,3,4,5,6,7,8,9,10"
neste tipo de séries dificilmente se irão repetir elementos (figuras) utilizados anteriormente, pelo menos se as continuarmos as séries nas quatro dimensões conhecidas pelos humanos. mas, como seria de esperar, este não é o único tipo de série utilizado na vida humana. utiliza-se mais as séries tipo-rotina, utilizadas, por exemplo, em música house, em que uma fórmula é repetida, do tipo: 1,2,3,4,5,1,2,3,4,5,1,2,3,4,5. note-se que não é necessário a fórmula vir pela ordem inicial: 1,2,3,4,5,4,3,2,1,2,3. e, penso que não é necessário falar muito acerca destas séries, penso que a partir daqui é mais uma questão de investigação pessoal. mas finalizo o post teclando que, uma vez que as séries controlam a nossa vida, então podemos às vezes traçar um paralelo entre as séries utilizadas para as nossas acções (mais rotineiras ou mais espontâneas e diferentes) e a nossa felicidade e maneira de estar no mundo...
e tal,
xassbit

12/28/2006

festividades

xassbit comunica

caso não tenham reparado passou-se uma coisa por nós: o natal. e pronto.


















não, a sério






















e pronto


















não estou a gozar, que mais há para ser dito?



























passem bem,
xassbit




















post-scriptum.: a sério, que mais há para ser dito? enviar propostas.

11/28/2006

só pela revolução

xassbit comunica:

pois é, já há um tempo que não se recebem comunicações por estes lados... acontece que tenho andado em trabalhos de emissão de coisas bastante complexas para o comité principal e tenho-me esquecido de comunicar. mas xassbit não se escondeu, xassbit continua activo.